Serenata aos pais do "Malhadas", elemento do Grupo Académico Serenatas de Portalegre
Dia de convívio - Grupo Académico Serenatas de Portalegre
A época dos exames aproxima-se e o ano lectivo está a terminar. Está a chegar ao fim mais um ano de convivio, novas amizades, muitas serenatas, novos caloiros e novas despedidas de elementos finalistas. No próximo dia 3 de Junho o Grupo Académico Serenatas de Portalegre irá realizar um dia de convívio entre os seus elementos. A não perder um fantástico "Derby"de futebol no recinto desportivo do Atalaião. Vamos ficar a aguardar os registos fotográficos desse jogo, ou dessa divina comédia... Atenção à barriguinha de cerveja e aos pés de chumbo rapaziada... O dia terminará com um jantar entre os elementos do grupo e muita boa música.
Jantar convívio - Grupo Académico Serenatas de Portalegre
Jantar convívio dos elementos do Grupo Académico Serenatas de Portalegre em casa de dois elementos: "Careca" e "Magno"
Lenda da Cova da Moura - Conhecer a nossa cidade

Certo dia, estando em guerra com um outro povo, um rei mouro viu-se forçado a fugir para a Serra da Penha e escondeu-se por ali com a sua filha e os restantes fidalgos. Conta alenda que o mesmo rei escondeu também naquele local todas as suas jóias.
Depois foi descoberto pelo seu inimigo que se deslocou à Serra da Penha para o matar.
Então, o rei mouro, para salvar a filha encantou-a escondendo-a juntamente com as jóias, numa gruta que ali se encontrava.
Ainda hoje chamam a essa gruta "A Cova da Moura".
Algumas pessoas mais velhas, dizem que nas noites de luar ainda hoje se ve uma princesa moura vestida de tule branco passando no alto da Serra da Penha chorando com saudades dos pais, que a mesma viu a matar, sem os poder ajudar.
Grupo Académico Serenatas de Portalegre ao vivo no III Ensaias'Tu 2009
Fábrica da Robinson - Conhecer a nossa cidade

Em 1847, George Robinson, respeitado industrial inglês, adquire os direitos de exploração da Fábrica da Rolha da família Reynolds.
A escolha da aquisição da fábrica deveu-se essencialmente ao facto de Portalegre ser naquela época um dos maiores centros geográficos da cortiça ibérica.
George Robinson instala-se em Portalegre com a sua família, a qual virá a ser composta por 7 filhos, dos quais apenas 2 acabam por sobreviver.
Destes 2 filhos, George Wheelhouse Robinson virá a ser parte fulcral da Fábrica Robinson, quando com 24 anos de idade, após regressar de Inglaterra, assume funções na Fábrica.
Nesta altura, a Fábrica contava com 560 operários.
Em 1891, adquire uma fábrica de rolhas em San Vicente de Alcântara, e dai em diante, foi adquirindo fábricas de cortiça, tanto em Portugal como em Espanha, mantendo sempre os operários que ai trabalhavam, chegando a empregar mais de 2000 operários, na viragem do Sec. XIX. Em simultâneo, adquire propriedades agrícolas, à semelhança de seu pai, com o intuito de controlar o abastecimento de matérias-primas às suas unidades industriais.
Por volta de 1903, a fábrica era dotada de equipamentos modernos e elevados conhecimentos na transformação da cortiça. Conhecimentos esses, que viriam a ser aproveitados para a actividade de produção de aglomerados para revestimentos de piso.
No dia 16 de Janeiro de 1932, George Wheelhouse Robinson, morre na sua casa em Portalegre, deixando uma enorme tristeza espelhada nos rostos dos portalegrenses. A Fábrica, viria a ter vários proprietários entretanto, mas nunca mudou o nome adquirido com George Robinson.
"Preciso da cooperação dos operários e confio em que não me faltará; bem como em que patrão e operários andarão sempre unidos, porque da sua união há-de nascer o bem de um e outros"
George Wheelhouse Robinson
Recepção ao caloiro 2004 e 2007 - Grupo Académico Serenatas de Portalegre na ESEP e na ESTGP
Registo fotográfico da recepção ao caloiro na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre no ano de 2004 e na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Portalegre no ano de 2007.
Comemorações do dia da cidade de Portalegre - A nossa cidade

Greensleeves - A música da chamada do Grupo Académico Serenatas de Portalegre

Entre o início do século XV e o decorrer do século XVII a música começou a ser impressa e a ser vendida, comercializada. Temas musicais começam a espalhar-se rapidamente por toda a Europa, principalmente aqueles que foram criados pelos trovadores da Provença, em séculos anteriores. Com a vinda do Renascimento, a Igreja perdeu algum do seu poder para controlar idéias mas sua imagem ainda era poderosa e que soa bem.
Existe uma longa discussão sobre se terá sido o Rei de Ingalterra Henrique VIII quem escreveu, na realidade, "Greensleeves", uma das mais célebres e certamente mais bem conseguidas músicas de amor de sempre. Sabe-se no entanto que Henrique VIII teve uma educação de excelência e que se tinha em conta como um grande homem da Renascença. Tocou vários instrumentos, incluindo órgão e harpa e isso certamente poderia ter escrito a melodia. Existe também uma carta de amor escrita por ele para Anne Boleyn onde o mesmo descreve uma eloquência (e impaciência), o que também leva a crer que poderia ter sido também o próprio a escrever a letra da canção.
Toda esta discussão se baseia numa lenda que afirma ser de facto da autoria do Rei de Inglaterra Henrique VIII a música e letra de Greensleeves mas muito provavelmente a música já existia e Henrique VII terá simplesmente adicionado a sua própria letra, uma vez que que esta era uma prática bastante utilizada naqueles tempos.O Rei de Inglaterra Henrique VII tinha-se também em conta como um grande amante e último trovador mas como as suas amantes viriam a descobrir este rapidamente se tornava inconstante e rapidamente se apaixonava por outra donzela, um pinga amor!
Serenatas pelas ruas da Cidade de Portalegre
Registo fotográfico de actuações nocturnas "de janela em janela" pelas ruas da cidade de Portalegre nos anos de 2005 e 2007.
Monte da Penha - Conhecer a nossa cidade

Sobre a fundação deste pequeno edifício nada sabemos. Supomos apenas que será anterior ao século XVII. Datando da primeira metade dessa centúria a igreja de Nossa Senhora da Penha, de muito maiores dimensões, parece-nos provável que nessa altura já existisse São Tomé. Só uma maior antiguidade na construção nos leva a compreender que o topónimo pleno com que se designava até há pouco mais de um século o monte onde se ergue ("Penha de São Tomé") faça referência ao apóstolo e não à Virgem, alvo de muito maior devoção local.
Abandonada em data que não conseguimos precisar, posteriormente arruinada, estava ainda ao culto em 1758. Pelas estruturas que se podem observar (a necessitarem de escavação arqueológica e de valorização), tratava-se de um edifício de dimensões muito reduzidas, com três compartimentos. Facilmente identificável, a capela-mor virada a nascente é de planta quadrangular, nela se distinguindo vestígios do arranque de uma abóbada; tratar-se-ia, possivelmente, de uma estrutura em cuba, de inspiração islâmica, com cúpula hemisférica assente sobre pendentes. Para além dela, são ainda visíveis dois outros volumes: uma pequena nave a poente (com entrada lateral virada a sul, guarnecida de cantaria hoje desaparecida) e uma minúscula sacristia.
Há uma tradição antiga que aponta para esta pequena igreja a função de ermitério. É hipótese que não podemos confirmar. Devemos no entanto registar as palavras escritas pelo pároco da Sé em meados do século XVIII:
"[...] desta Ermida [da Senhora da Penha] quazi ao meyo da Penha está outra do Apostollo são Thomé de cuja Ermida não sabemos Padroeyro, nem fundação he muyto acomodada para a vida Ermitica, e nos persuadimos que esta foy a Ermida na qual viveo penitente o veneravel Padre Manoel do Rego oriundo de Portalegre posto que nascido em Alter do chão, e não na Igreja de nossa senhora da Esperança do termo desta cidade como dis o Padre Frey Agostinho de sancta Maria no seu sanctuario Marianno [...]" (Boroa, 1758: 121)

Feira da Vinha e do Vinho em Borba 2005 e 2006
A Festa da Vinha e do Vinho integra uma série de Feiras Temáticas - Vinhos e Enoturismo, Gastronomia, Produtos Regionais, Artesanato, Equipamentos e Serviços Vitivinícolas, Institucional e Empresarial.Fica o registo fotográfico dessas noites fantásticas.
Contactos:
Câmara Municipal de Borba:
http://www.cm-borba.pt
O Grito Académico - Conhecer as nossas Tradições Académicas

Colher de Pau, Símbolo da Praxe - Conhecer as nossas Tradições Académicas

Os Sopistas eram estudantes pobres que, com as músicas, simpatia e brincadeiras percorriam casas nobres, conventos, ruas e praças em troca, muitas vezes, de um prato de sopa (daí o seu nome – sopistas) ou de uma moeda que os ajudasse a custear os estudos. Quando caía a noite e tocavam os sinos de recolha cantavam serenatas às donzelas que queriam conquistar, sendo, muitas vezes, perseguidos pelas polícias universitárias (visto que o recolher era obrigatório para os estudantes). Daí que os Sopistas começaram a utilizar longas capas negras para, na noite escura, se poderem esconder dos polícias.
Eram conhecidos por transportarem sempre consigo um garfo e uma colher de madeira, o que lhes permitia comer em qualquer lado. Assim, quando se formaram as primeiras Tunas, ainda com muitas tradições sopistas, os símbolos adoptados (essencialmente em Espanha) foram, justamente a colher e o garfo de madeira. Em Portugal as tradições académicas adaptaram o símbolo da colher de pau como uma das mais conhecidas sanções de Praxe: a sanção de unhas.Julga-se que o nome Tuna surgiu, porque muitas das tradições sopistas eram baseadas na atitude de um califa, boémio e mulherengo, de Tunes – Tunísia, que levava uma vida trovadoresca. Passava dias e noites a cantar pelas ruas e em grandes tainadas com os amigos e, pela noite, encantava as donzelas de Tunis com serenatas ao som do seu alaúde. Assim, os sopistas tinham sido influenciados por esse califa da Tunísia o que originou que, mais tarde, visto que o nome sopista já não condizia a realidade (os estudantes passaram a tocar para se divertirem e não para sobreviverem) e tornara-se depreciativo, os grupos de estudantes de tradição sopista se passassem a intitular Tunas.
Esta origem remota no mundo Árabe desta tradição secular, a das Tunas, explica porquê que o bandolim desempenha um papel fundamental na sonoridade das Tunas, porque foi inspirado no Alaúde deste Califa. Os instrumentos eram, e ainda são (apesar de algumas alterações mais recentes), maioritariamente cordofones pois isto permitia às Tunas andarem pelas ruas carregando-os.
As tunas em Portugal surgiram apenas em meados do séc. XIX. Conta-se que um grupo de estudantes de Coimbra se deslocou, um dia, a Espanha e, observando o sucesso que as Tunas por lá faziam importaram a ideia para o nosso país. No entanto, é muito difícil definir qual a Tuna mais antiga do país.
Grupo Académico Serenatas de Portalegre no IV FesTaFin Idanha-a-Nova
Actuação na Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova na abertura do IV FesTaFin - Festival de Tunas Femininas de Idanha-a-Nova, Dezembro de 2006, organizado pela Adufótuna, Tuna Feminina da Escola Superior de Gestão do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Sé de Portalegre, o nosso símbolo - Conhecer a nossa cidade

Queima das Fitas de Portalegre 2007
Registo de um video amador onde, apesar da baixa qualidade e do ruído de fundo, que jamais deveria existir quando se entoa uma serenata, fica para a memória a despedida do Grupo Académico Serenatas de Portalegre aos finalistas do Instituto Politécnico de Portalegre do ano de 2007.
Plátano de Portalegre - Conhecer a nossa cidade

O Plátano de Portalegre tem a maior copa da Península Ibérica. Do tronco que presentemente é muito curto, com 5, 26 m de P.A.P., saem inúmeras pernadas que formam uma copa larga e densa, com 27 m. de diâmetro. É de notar que este plátano, segundo Sousa Pimentel, em 1894 tinha 3 metros de P.A.P. e a copa 24 m. de diâmetro.»
"Ernesto Goes- in Árvores Monumentais de Portugal ,1984"
Junto deste plátano encontram-se duas placas comemorativas assinalando a comemoração dos 160 anos da árvore e data de Dezembro de 1998 e numa outra pequena lage a data de Junho de 2000, assinalando o Dia Mundial do Ambiente, pode ler-se que a árvore foi classificada de interesse público em 1939 e que as suas dimensões eram então as seguintes: diâmetro da copa- 46 metros; perímetro do tronco: 5,66 m. ; altura: 30 metros.
Monumental Serenata da Semana Académica de Portalegre 09
No passado dia 4 de Maio, pelas 24 horas o Grupo Académico Serenatas de Portalegre actuou na Monumental Serenata da Semana Académica de Portalegre junto à grandiosa e emblemática Sé de Portalegre. Fica o registo fotográfico desse dia/noite maravilhosa.
A Praxe Académica...

No que consiste:
A praxe académica é um conjunto amplo de tradições, usos e costumes que se praticam e repetem ao longo dos anos no foro universitário, e cuja Alma Mater é Coimbra. Fortemente ligada ao conceito de praxe académica, está a tradição de integrar os caloiros na sua nova escola e nos próprios costumes, pelo que a praxe tem também um ritual iniciático fortemente hierarquizado. Esta ligação é forte de tal modo que por muitas vezes se confunde o conceito de praxe, que é o conjunto de todas as tradições e rituais com o de "gozo ao caloiro". Actualmente, as actividades de recepção ao Caloiro tem sofrido forte contestação e gerado enorme polémica, chegando a haver o instaurar de diversos processos-crime, em razão de práticas que, afinal de contas, nada têm a ver com os ritos iniciáticos da praxis académica.
Associado à praxe académica, está o mote Dura Praxis, Sed Praxis - a praxe é dura, mas é praxe! - baseada no mote latino Dura Lex, Sed Lex .
Origens:
A actual praxe académica surge na Universidade de Coimbra. Tem como base uma jurisdição especial (o "foro académico", distinto da "lei civil"), a qual era aplicada por um corpo policial próprio - os Archeiros - sob tutela das autoridades universitárias. O seu papel era o de zelar pela ordem no campus e fazer cumprir as horas de estudo e recolher obrigatório por alunos e professores, sob pena de prisão, sobrepondo-se às autoridades policiais civis. Também tinha a incumbência de evitar a entrada na Universidade dos habitantes da cidade que não fossem estudantes ou professores.
Em 1727, devido à morte de um aluno, D. João V proíbe as investidas feitas pelos veteranos (qualquer aluno com mais de uma matrícula na Universidade): "Hey por bem e mando que todo e qualquer estudante que por obra ou palavra ofender a outro com o pretexto de novato, ainda que seja levemente, lhe sejam riscados os cursos."
No século XIX, o termo "investida" dá lugar aos termos "caçoada" e "troça". Os episódios de violência sucedem-se, com os novos alunos a serem rapados ou obrigados a cantar e a dançar e chega mesmo a haver confrontos físicos com os mais velhos.
Com o fim da polícia universitária em 1834, os estudantes decidem criar uma adaptação desta força policial académica e recuperar os rituais de iniciação. Assim, após o toque vespertino da "cabra" - um dos sinos da torre da Universidade - patrulham as ruas da cidade, em busca de infractores, organizados em "trupe". No final do século XIX, surgem novamente relatos de violência entre estudantes, relacionados com os rituais de iniciação, onde os novos alunos eram obrigados a cantar e dançar, e em que era também frequente cortar-lhes o cabelo. Num destes episódios, um dos praxistas é morto por um caloiro.
A praxe foi entretanto interrompida durante alguns períodos. Durante a Implantação da República a praxe é abolida devido à oposição dos estudantes republicanos, sendo reposta em 1919.
XII Aniversário do Altios Bar em Castelo Branco
Os parabéns ao espaço e ao Sr. Victor Magro que como o próprio diz é...
"O sítio onde os amigos se encontram, os anos passam mas nem sempre as mentalidades se alteram!"
Museu Académico de Coimbra

Em 9 de Fevereiro de 1950 o dirigente académico António de Almeida Santos, que em 9 de Janeiro havia tomado posse, com outros estudantes, do Conselho Cultural da Associação Académica, levantou perante a Direcção da Associação Académica a ideia da criação do Museu Académico. A Direcção ficou receptiva e consultou os Organismos Académicos sobre o assunto. Em 27 de Novembro a Direcção da Associação Académica apresenta o projecto de criação do Museu Académico.
Em 2 de Abril de 1951 a Direcção da AAC apresenta o Projecto de Estatutos para o Museu Académico.
Em 21 de Maio é inaugurado o Museu Académico na sala da Direcção da AAC, ao tempo no Palácio dos Grilos. Os Drs. António José Soares e Dr. António G. da Rocha Madahíl fizeram a recolha e arrumação do espólio.
Foi oficializado em 1990 mediante protocolo entre a Reitoria da Universidade, a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra, a Associação dos Antigos Estudantes da Universidade de Coimbra e os Organismos Autónomos da Academia de Coimbra. As peças do museu são quase todas oferecidas e contêm um espólio que retrata o estudante nas suas várias valências.
Encontram aqui os espólios dos fadistas Lucas Rodrigues Junot - capa de estudante, guitarra, provas das gravações discográficas, outros documentos e fotografias; estatuetas em gesso caricaturando Oliveira Salazar e Bissaya Barreto; estatuetas de doutores e varinas; símbolos da cidade; material publicitário da Rádio Universidade; peças de louça antiga pintada à mão com os símbolos das repúblicas, trabalhos feitos por estudantes sobre tradições académicas; exemplares dos símbolos da praxe como a tesoura, a moca, o penico e a colher de pau; vários decretos do Conselho de Veteranos; muitas sebentas manuscritas das que a Marrafa levava a casa dos estudantes; sala Teixeira Santos onde se encontra exposto o núcleo camoniano; a exposição temática sobre a Queima das Fitas com as paredes forradas a cartazes, desde a sua edição em 1931 até aos nossos dias; muitos exemplares de "plaquetes" de caricaturas e de livros de curso; selos comemorativos das Queimas das Fitas; fotografias e bilhetes para o Baile de Gala; uma exposição temática com documentos doados pela família de António Menano, objectos pessoais de grandes personalidades como Hilário, Artur Paredes e Zeca Afonso; uma colecção de pastas académicas do século XIX, confeccionadas nos mais diferentes materiais; espaços com dezenas de caixotes cobertos pelo pó com os mais variados objectos; uma sala com cerca de dois milhares de trofeus da Académica; badalos da cabra roubados, etc..
Colégio de S. Jerónimo
Praça D. Dinis
3000 Coimbra
Apartado 3097
Tel: 239 82 73 96
Horário:
2a a 6a feira entre as 10h e as 12h30m e das 14h às 17h
Encerra Sábados, Domingos e Feriados
Afinação dos instrumentos de cordas tradicionais portugueses - Compreender e conhecer os nossos instrumentos
Viola Braguesa ( Braga ) Sol, Ré, Lá, Sol, Dó
Viola Toeira( Coimbra) Mi, Si, Sol, Ré, Lá
Viola Beiroa ( Castelo Branco ) Ré, Si, Sol, Ré, Lá, Ré
Viola Campaniça(Beja ) Sol, Mi, Dó, Fá, Dó
Viola de Arame ( Madeira ) Ré, Si, Sol, Ré, Sol
Viola da Terra ( S. Miguel-Açores ) Ré, Si, Sol, Ré, Lá
Viola da Terceira ( AÇORES ) Mi, Si, Sol, Ré, Lá, Mi
Violão ou Viola Francesa Mi, Si, Sol, Ré, Lá, Mi
Cavaquinho Mi, Dó#, Lá, Lá
Rajão ( Madeira) Si, Fá#, Ré, Lá, Mi
Guitarra de Lisboa Si, Lá, Mi, Si, Lá, Ré
Guitarra de Coimbra Lá, Sol, Ré, Lá, Sol, Dó
Banjolim Mi, Lá, Ré, Sol
Banjola Mi, Lá, Ré, Sol
Banjo de Acordes Ré, Si, Sol, Ré
Viola Banjo Mi, Si, Sol, Ré, Lá, Mi
Bandolineta Lá, Ré, Sol, Dó
Bandolim Mi, Lá, Ré, Sol
Bandoleta Lá, Ré, Sol, Dó
Bandola Mi, Lá, Ré, Sol
Bandonloncelo Mi, Lá, Ré, Sol
Violino Mi, Lá, Ré, Sol
Nota: todas as afinações são dadas do agudo para o grave.
Cancelada actuação na Semana Académica de Santarém 08/09

Actuação na Semana Académica de Castelo Branco 08/09
No passado dia 27 de Abril, pelas 24 horas o Grupo Académico Serenatas de Portalegre actuou na noite da Monumental Serenata da Semana A1cadémica de Castelo Branco na escadaria da Câmara Municipal de Castelo Branco. Fica o registo fotográfico dessa noite fantástica.
Parabéns aos Finalistas...
"Alma de Estudante"
De janela em janela pela cidade
Vozes que a todos deixaram saudades
"G.A.S.P. - João Tomé"