1º Encontro de Régios - "Derby" Régios vs Activos


O Grupo Académico Serenatas de Portalegre realizou no passado dia 22 de Outubro de 2011 o "I Encontro de Régios - O passado e o presente". Depois dos reencontros entre os actuais e os antigos elementos nos famosos jantares de natal este foi mais um dia bem passado entre todos, de pleno convívio, amizade, música e muitas histórias para mais tarde recordar. Um dia de celebração, de tradições, de espírito académico e companheirismo. Mais do que um Grupo, uma família. "Uma estranha forma de viver a música, mas que encanta tudo e todos".

1º Encontro de Régios - O passado e o presente

O Grupo Académico Serenatas de Portalegre irá realizar no próximo dia 22 de Outubro de 2011 o "I  Encontro de Régios - O passado e o presente".
Este será um dia de reencontro entre os antigos elementos "Régios" e os actuais elementos do Grupo. Um dia de celebração, de tradições, de espírito académico e companheirismo. Mais do que um Grupo, uma família. "Uma estranha forma de viver a música, mas que cativa tudo e todos…"

Fui colher uma romã - Interpretação do Grupo Académico Serenatas de Portalegre

Fui colher uma romã é uma música do vasto repertório do tradicional Cante Alentejano. O Cante alentejano tem uma espiritualidade evidente qualquer que seja a sua raiz. Cantochão, gregoriano ou fá-bordão poderão estar na sua génese mas a moda tem certamente impregnadas na sua estrutura as marcas de um povo com certo sentir, os sons e as falas, os gestos e os sonhos duma gente antiga. E o cante temperou-se nas fornalhas dos restolhos, aveludou-se em primaveras coloridas, absorveu a imensidão do horizonte, captou os gemidos da solidão, ganhou formas próprias em lavouras custosas. Desse caldo de valores e referências se fez o cante e neste ambiente nasceram os mestres, seus intérpretes ímpares seus cultores maiores.

Férias, vá para fora cá dentro - Conhecer a nossa região

O Norte Alentejano é uma unidade territorial caracterizada por uma enorme diversidade natural e paisagística, resultado, fundamentalmente, das múltiplas influências de ordem física, biológica e cultural que aqui interagem. São factores, por um lado, característicos da peneplanície alentejana de horizontes abertos e amplos, modelada pela forma extensiva de exploração do solo, e, por outro, típicos das paisagens mais setentrionais, montanhosas e frias. Por entre um variado mosaico de searas, montados, carvalhais, castinçais, olivais, pinhais, eucaliptais, vinhas, hortas e pomares, matos e matagais, bosques ripícolas, cursos de água e albufeiras, ergue-se a majestosa Serra de São Mamede, com as suas imponentes e vigorosas cristas quartzíticas, que é o elemento fulcral e determinante de todo o ambiente natural e cultural do Norte Alentejano.

Francisco Naia - Vozes D'além Tejo - Vozes e sons que transportam o Alentejo na voz

Francisco Manuel Naia Tonicher nasceu na Estação de Ourique, concelho de Castro Verde. Tinha três anos quando a família fixou residência em Aljustrel, terra mineira. Verificou-se depois a mudança de residência para o Barreiro. O seu pai, ferroviário, maestro e compositor, depressa influenciou os filhos para o campo da música. Em 1969 grava o seu primeiro disco, "Barco Novo". Em 1972 lança o EP "Porque Teimas Em Voar" e o single "Resolvi Subir A Montanha". Ainda em 1972 assina contrato com a Imavox, editora ligada ao Rádio Clube Português. Grava o LP "Cantos Livres, Contos Velhos" e os singles "Amigo, meu amigo" e "Barquinha vai, Barquinha vem". Compôs musica, sobre poemas de Joaquim Pessoa, para a peça "Felizmente Há Luar" de Luis Sttau Monteiro, representada pelo TEB (Teatro de Ensaio do Barreiro). Em 1979 grava para a editora Sassetti o LP "Cá Prá Gente" com orquestrações de Pedro Osório e de Jorge Palma. Com a canção "De Lisboa em Lisboa", letra de Hélia Correia e música de Afonso Dias, participa no primeiro Festival da Canção de Lisboa. Ainda em 1980 gravou o single "Canção de Lisboa". Em 1984 participa na banda sonora do filme "A Noite e a Madrugada", inspirado no romance de Fernando Namora. Colabora numa curta-metragem de Augusto Cabrita sobre o rio Tejo. Também Interpretou uma curta-metragem para televisão, inspirada no tema "O Chefe". Participou como actor e cantor em peças da RTP como "O Relógio Mágico" e "Era uma vez um Dragão", de Couto Viana, com encenação do actor Mário Pereira. Na década de 1990 participou como actor-cantor na peça "Jeremias" de Luís Vicente. Participou em diversos espectáculos na EXPO 98 – Barco Palco/Jardim Garcia de Orta com Cantes d’além Tejo. Realiza projectos como "Cantos da Memória", um recital de Canto e Guitarra feito em parceria com João Pimentel, "Em Cantos de Abril" ou "Primavera a Sul", Francisco Naia. Antologia de canções ligadas ao Rio Tejo e ao Alentejo". Apresenta ainda os espectáculos "Canções que Fizeram Abril"; Colóquio–Recital sobre o Canto de intervenção 60/74 – Cantores de Abril e "Cantai, Cantai". Participa em espectáculos de carácter colectivo com Manuel Freire, Francisco Fanhais, José Fanha, Julian del Valle e outros.

Recolha de fotografias e vídeos do Grupo Académico Serenatas de Portalegre

O Grupo Académico Serenatas de Portalegre vem por este meio solicitar a todos os amigos e leitores deste blog vídeos e fotografias das actuações do mesmo nas Semanas Académicas de Portalegre e Castelo Branco do corrente ano para o arquivo do Grupo. Agradecemos desde já a todos os presentes esperando que ambas as actuações tenham sido do vosso inteiro agrado. Enviem por favor os ficheiros para o mail: serenatasemportalegre@hotmail.com

Festa da Cidade 2011 – Comemorações do dia da nossa cidade

Portalegre, uma cidade com 500 anos de história...
“Dom Manuel por graça de Deus Rei de Portugal e dos Algarves d’aquém e d’além mar em África Senhor de Guiné, e da Conquista Navegação Comércio de Etiópia Arábia Pérsia e da Índia etc. A quantos esta nossa Carta de Foral dado à nossa Cidade de Portalegre virem. Fazemos saber que…”
A 29 de Março de 1511, D. Manuel concedeu a Portalegre a Carta de Foral. Como forma de assinalar este momento importante da história de Portalegre, o programa cultural foi desenvolvido em honra do Foral Manuelino, propondo-se ainda uma viagem no tempo e uma visita à época de Quinhentos.

Actuação na Semana Académica de Castelo Branco 10/11

A Semana Académica de Castelo Branco decorre de dia 6 a 12 de Maio. Este ano, a Monumental Serenata da Semana Académica de Castelo Branco será novamente e pelo terceiro ano consecutivo ao som das músicas do Grupo Académico Serenatas de Portalegre que tem o maior gosto de marcar uma vez mais presença nesta festa da Academia Albicastrense. Dia 6 de Maio de 2011, 24h00m.

Caloiros do Grupo Académico Serenatas de Portalegre 2010/2011

A Nobre Serenata marca o início da Semana Académica e também o ínicio de uma nova vida para os que entraram nesse ano lectivo para o Ensino Superior. É nessa noite que o caloiro deixa de o ser podendo apartir desse momento usar o traje académico da sua Instituição Académica. O mesmo acontece com os caloiros do Grupo Académico Serenatas de Portalegre. Nessa noite, e naquela a que chamamos a "actuação da Sé" somente os veteranos sobem a palco e é durante o jantar de serenatos que antecede a actuação que são eleitos/promovidos os caloiros do Grupo a veteranos do mesmo. Aqueles que desde o início do ano lectivo adquiriram enquanto caloiros o direito a estar presente no palco daquela que é a mais emblemática actuação do ano do Grupo Académico Serenatas de Portalegre. Todo o caloiro que não deixe de o ser não poderá subir a palco tendo nova oportunidade de passagem a veterano do Grupo Académico Serenatas de Portalegre no ano seguinte pela mesma ocasião. Este ano são cinco os caloiros do Grupo, veremos como se portam...

2 de Maio de 2011 - Serenata da Semana Académica de Portalegre


O arranque da Semana Académica de Portalegre já tem data marcada. Como manda a tradição os intervenientes, a hora e o local, esses serão os mesmos. Grupo Académico Serenatas de Portalegre, 24 horas no largo da Sé de Portalegre. Desejamos desde já os parabéns a todos os finalistas e as boas vindas ao "caloiros" que irão deixar de o ser nesta noite que se espera anima, com muito espírito académico e que seja o início de mais uma semana fantástica e inesquécivel. Pedimos desde já a todos que pela tradição de uma serenata se mantenha o silêncio durante a actuação do Grupo Académico Serenatas de Portalegre e caso desejem aplaudir o grupo, que o façam apenas no final da actuação.

2 de Maio de 2011 - Serenata da Semana Académica de Portalegre

O arranque da Semana Académica de Portalegre já tem data marcada. Como manda a tradição os intervenientes, a hora e o local, esses serão os mesmos. Grupo Académico Serenatas de Portalegre, 24 horas no largo da Sé de Portalegre. Desejamos desde já os parabéns a todos os finalistas e as boas vindas ao "caloiros" que irão deixar de o ser nesta noite que se espera anima, com muito espírito académico e que seja o início de mais uma semana fantástica e inesquécivel. Pedimos desde já a todos que pela tradição de uma serenata se mantenha o silêncio durante a actuação do Grupo Académico Serenatas de Portalegre e caso desejem aplaudir o grupo, que o façam apenas no final da actuação.

2 de Maio de 2011 - Serenata da Semana Académica de Portalegre


O arranque da Semana Académica de Portalegre já tem data marcada. Como manda a tradição os intervenientes, a hora e o local, esses serão os mesmos. Grupo Académico Serenatas de Portalegre, 24 horas no largo da Sé de Portalegre. Desejamos desde já os parabéns a todos os finalistas e as boas vindas ao "caloiros" que irão deixar de o ser nesta noite que se espera anima, com muito espírito académico e que seja o início de mais uma semana fantástica e inesquécivel. Pedimos desde já a todos que pela tradição de uma serenata se mantenha o silêncio durante a actuação do Grupo Académico Serenatas de Portalegre e caso desejem aplaudir o grupo, que o façam apenas no final da actuação.

Serenatas em Portalegre prestes a atingir as 25000 visitas

Prestes a comemorar o seu segundo ano de existência, no dia 4 de Maio, em plena Semana Académica de Portalegre, o blog Serenatas em Portalegre aproxima-se das 25000 visitas. A todos aqueles que nos acompanham o nosso muito obrigado.
Esperamos por vós no próximo dia 30 de Abril na Queima das Fitas de Portalegre e dia 2 de Maio na Nobre Serenata da Semana Académica de Portalegre "no sítio do costume", a maravilhosa Sé de Portalegre pelas 24 horas.

4uatro ao Sul - Vozes D'além Tejo - Vozes e sons que transportam o Alentejo na voz

Quatro Músicos e cantores com diversas experiências vividas no seio dos instrumentos e cantos tradicionais juntam-se num projecto musical em que a austeridade e o rigor são ferramentas fundamentais de trabalho: José Barros (Navegante), Rui Vaz e José M. David (Gaiteiros de Lisboa) e Pedro Mestre. Tendo como ponto comum a paixão pelo cante alentejano e a vontade de recrear sem preconceitos, modas cuja beleza parece realçá-las do repertório mais habitual dos coros alentejanos, os “4uatro ao Sul” querem alcançar mais longe. Lançaram-se na procura de músicas de outros povos do sul da Europa, onde as influências de uma forte importância da música religiosa em tempos idos, nos faz encontrar raízes comuns nas mais inesperadas paragens.
Tal como a sua música, os concertos dos “4 ao Sul” não têm artifícios. Procuram-se bons ambientes, boas acústicas, espaços onde a espiritualidade e a alegria possam conviver e ser partilhadas por grupo e espectadores/ouvintes em comunhão.

Batalha dos Atoleiros - Conhecer a nossa região

A Batalha dos Atoleiros ocorreu a 6 de Abril de 1384, no actual município português de Fronteira distrito de Portalegre, a cerca de 60Km da fronteira com Castela, entre as forças portuguesas, comandadas por Nuno Álvares Pereira, e uma expedição punitiva castelhana, enviada por João I de Castela, junto da povoação do mesmo nome no Alentejo. D. Nuno Álvares Pereira, chefe militar português que tinha sob o seu comando uma força de 1.200 homens de pé, dos quais 100 besteiros e 300 lanças (cavalaria ligeira e pesada). As forças castelhanas invasoras, contam com um efectivo com quase 7.000 homens.
A batalha dos Atoleiros, constituiu na Península Ibérica a primeira e efectiva utilização das novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica perante uma cavalaria pesada muito superior. A mais conhecida destas será conhecida como a técnica do quadrado.
Uma das mais curiosas notas da batalha, é que embora as forças de Castela tenham sofrido perdas muito elevadas, principalmente com muitos mortos entre a cavalaria pesada (que era a força castelhana mais importante) do lado português não ocorreu uma única morte, nem se registaram feridos.
Este facto só por si, para a realidade da Idade Média era já de si importante, porque para um ambiente extremamente condicionado pela religião, a não existência de mortos ou feridos era vista como um prova de que o lado Português tinha o apoio de Deus.
Mais informação em: www.serenasemportalegre.blogspot.com no "post" já existente que descreve este acontecimento que se celebra no próximo mês de Abril.

Janelas Manuelinas do Palácio de Dom Nuno de Sousa - Conhecer a nossa cidade

Estas janelas Manuelinas estão classificadas como Monumento Nacional. Foram construidas durante a influência do Bispo D. Jorge de Melo. A classificação abrange um conjunto de quatro janelas maineladas em granito, com fustes em mármore da região, de tipologia e ornamentação ainda Manuelina. Ao centro da fachad, no nível segundo registo, abres-se uma larga janela rectangular com moldura em meia-cana, seguida por uma superfície denteada, evocando temas de ourivesaria. No andar superior abrem-se as restantes três janelas.
A janelas central é a mais elegante, com moldura constituída por dois colunelos geminados em cada lado, o interior desenvolvendo-se para formar a dupla arcada que assenta no mainel, e o exterior crescendo em arco conupial rematado por uma flor de Lis. O mainel é um fuste duplo torcido, apresentando sobre o capitel em granito um escudo talhado na mesma pedra. Obreiras e parapeito são profusamente decorados, as primeiras com temas vegetalistas ainda de inspiração gótica, e o segundo apresentando-se como o elemento mais moderno do conjunto, formado por uma placa de mármore onde se desenvolve uma teoria de fauna e flora fantástica de detalhe elegante.
As duas janelas que enquadram esta são simples, embora se mantenha o lançamento de arcos geminados cujo intradorso é aqui decorado com pequenas rosetas. O mainel, torso, sustenta pequenos capiteis vegetalistas.
O palácio viria a ser propriedade dos Condes de Vila Real, título criado por D. João VI em 1823, os descendentes do próprio D. Nuno de Sousa.

Mais informação em: www.portugalnotavel.com

Grupo Nova Aurora - Vozes D'além Tejo - Vozes e sons que transportam o Alentejo na voz

O Grupo Nova Aurora nasceu no seio da Banda Filarmónica de Aljustrel em 1982.
Após o 25 de Abril, a Banda reorganizou-se com músicos antigos e fundamentalmente com muitos jovens, gerando-se assim uma escola de saber e vontade de aprender, devido à sua irreverência.
Este grupo de jovens músicos organizou-se formando assim o Grupo de Música Popular Nova Aurora, já que a fonte de ensinamento e saber encontrava-se a seu lado. Reuniu apoios para a iniciativa, adquiriu instrumentos, musicou modas e a partir daí não mais parou. Foi um continuar com altos e baixos e diversas formações ao longo do seu historial de 23 anos. O Grupo adquiriu entretanto uma formação mais estável nos últimos anos.

Cantar as Janeiras - Compreender e conhecer as tradições da nossa região

As Janeiras, cantar as Janeiras ou "cantar os Reis" é uma tradição em Portugal que consiste no cantar de músicas pelas ruas por grupos de pessoas anunciando o nascimento de Jesus, desejando um feliz ano novo. Esses grupos vão de porta em porta, pedindo aos residentes as sobras das Festas Natalícias. Tipicamente, Ocorrem em Janeiro, começando no dia 1 e estendendo-se até dia 6, Dia de Reis ou Epifania. Hoje em dia, muitos grupos (especialmente citadinos) prolongam o Cantar de Janeiras durante todo o mês.
A tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver são mais comuns os tradicionais: pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo feito, e de distribuidas as letras e os instrumentos, vão cantar de porta em porta pela vizinhança.
Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras (castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela, etc.).
No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então, comem todos juntos aquilo que receberam.
As músicas utilizadas, são por norma já conhecidas, embora a letra seja diferente em cada terra. São músicas simples, habitualmente à volta de quadras simples que louvam o Menino Jesus, Nossa Senhora, São José e os moradores que contribuíram. Tipicamente havia também algumas quadras insultuosas reservadas para os moradores que não davam as janeiras. Nos últimos anos, celebrizou-se uma música de Zeca Afonso, entitulada «Natal dos Simples» que, como começa com a frase 'vamos cantar as janeiras...' é entendida por alguns como se fosse música de Janeiras, embora não seja uma canção de folclore.

Café Alentejano - Conhecer a nossa cidade

Situado na Rua do Comércio, o Café Alentejano é um dos únicos cafés típicos que ainda subsistem na cidade.
O Café Alentejano fica situado num edifício datado da primeira metade do século XX, a apresentar características de arquitectura modernista. Continua a funcionar como café, sendo constituído apenas por um salão e uma cozinha.
Rua do Comércio, 94-96, 7300-160 Portalegre
Telef.: 245 201 258

Batalha dos Atoleiros - Conhecer a nossa região

A Batalha dos Atoleiros ocorreu a 6 de Abril de 1384, no actual município português de Fronteira distrito de Portalegre, a cerca de 60Km da fronteira com Castela, entre as forças portuguesas, comandadas por Nuno Álvares Pereira, e uma expedição punitiva castelhana, enviada por João I de Castela, junto da povoação do mesmo nome no Alentejo. D. Nuno Álvares Pereira, chefe militar português que tinha sob o seu comando uma força de 1.200 homens de pé, dos quais 100 besteiros e 300 lanças (cavalaria ligeira e pesada). As forças castelhanas invasoras, contam com um efectivo com quase 7.000 homens.
Por esta altura Nuno Álvares Pereira tinha sido nomeado pelo Mestre de Avis como fronteiro do Alentejo, temendo a entrada em Portugal do exército castelhano por aquela zona. Partindo de Lisboa, D. Nuno aumentou o número dos seus homens pelo caminho e aproximou-se do exército inimigo que intentava cercar Fronteira. Mais numerosos e conscientes que D. Nuno os iria interceptar, os castelhanos enviaram um emissário ao chefe do exército português, tentando dissuadi-lo. Perante a recusa dos portugueses, o exército castelhano dirigiu-se ao seu encontro. O exército português já os aguardava, formando um quadrado, com a maioria das lanças na vanguarda; nas alas e retaguarda estavam os peões misturados com algumas lanças. Os castelhanos atacaram com a cavalaria, que foi contida pelas lanças e virotões, o que gerou grande desordem. A batalha durou pouco, tendo sofrido o exército castelhano pesadas baixas.
As tropas castelhanas, que depois de desorganizadas foram tomadas pelo pânico e começaram a fugir em todas as direcções, sendo perseguidas ao longo de todo o resto do dia pelas forças de D. Nuno Alvares Pereira, que lhes deu caça até à distância de cerca de sete quilómetros do local da batalha.
A batalha dos Atoleiros, constituiu na Península Ibérica a primeira e efectiva utilização das novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica perante uma cavalaria pesada muito superior. A mais conhecida destas será conhecida como a técnica do quadrado.
Uma das mais curiosas notas da batalha, é que embora as forças de Castela tenham sofrido perdas muito elevadas, principalmente com muitos mortos entre a cavalaria pesada (que era a força castelhana mais importante) do lado português não ocorreu uma única morte, nem se registaram feridos.
Este facto só por si, para a realidade da Idade Média era já de si importante, porque para um ambiente extremamente condicionado pela religião, a não existência de mortos ou feridos era vista como um prova de que o lado Português tinha o apoio de Deus.

Estas e outras informações em:
batalhadosatoleiros.com

Fluviário de Mora - Conhecer a nossa região

O Sonho do Fluviário nasceu no dia 11 de Fevereiro de 2001. Seis anos depois, e apenas três após o projecto, o Fluviário de Mora, o primeiro grande aquário de água doce da Europa, é inaugurado no Dia da Água no primeiro dia da Primavera. A 21 de Março de 2007 cumpria-se o sonho. A concretização do Fluviário de Mora visou a criação de um equipamento único em Portugal, de natureza científica, cultural e de lazer que, recriando o universo aquático, consolidasse uma vertente educativa e ambiental. O conjunto das exposições, visualizadas através de modelos vivos e dinâmicos é uma mais valia na apreensão de amplos e abrangentes conhecimentos relacionados com a percepção da importância da biodiversidade e da riqueza ecológica associada, dos programas de conservação da natureza. O Fluviário de Mora é uma obra que tem vindo a merecer destaque nos mais variados campos. Esse reconhecimento tem sido consagrado através da atribuição de prémios e menções honrosas.

Contactos:
www.fluviariomora.pt

Fotos do Jantar de Natal do Grupo Académico Serenatas de Portalegre 4 de Dezembro

Como já vai sendo tradição por parte do Grupo Académico Serenatas de Portalegre realizou-se este ano uma vez mais, o Jantar de Natal do Grupo que contou com a presença dos actuais elementos, assim como dos elementos que por este já passaram e lhe deram (e continuam a dar) um pouco do seu cunho pessoal.

Fotos da actuação no Altios Bar em Castelo Branco - 2 de Dezembro

O Grupo Académico Serenatas de portalegre actuou no passado dia 2 de Dezembro no Altios Bar. Um regresso à bonita cidade de Castelo Branco e um reencontro com o amigo Sr. Victor Magro, proprietário daquele estabelecimento. Uma vez mais o nosso agradecimento por mais um convite, por nos ter proporcionado este reencontro e uma grande noite.

Jantar de Natal do Grupo Académico Serenatas de Portalegre 4 de Dezembro

Como já vai sendo tradição por parte do Grupo Académico Serenatas de Portalegre realizar-se-a este ano uma vez mais, o Jantar de Natal do Grupo que conta com a presença dos actuais elementos, assim como dos elementos que por este já passaram e lhe deram (e continuam a dar) um pouco do seu cunho pessoal. Esperamos, desta forma, receber o maior número presenças por parte dos antigos elementos do Grupo Académico Serenatas de Portalegre, para este jantar de convívio e amizade, entre todos, onde reinará o espírito académico e o bom ambiente vivido durante os 15 anos de existência do Grupo.

Actuação no Altios Bar em Castelo Branco - 2 de Dezembro

Esta noite o Grupo Académico Serenatas de portalegre irá actuar no Altios Bar em Castelo Branco.
Apareçam e tragam um amigo.
O nosso agradecimento ao Sr. Victor Magro, proprietário daquele estabelecimento que o mesmo uma vez descreveu como sendo:
"O sítio onde os amigos se encontram, os anos passam mas nem sempre as mentalidades se alteram!"

Vídeos da actuação no lançamento do livro "Fragmentos de mim" de Lita Lisboa

Vídeos da actuação do Grupo Académico Serenatas de Portalegre no Auditório do Campo Grande, em Lisboa onde presenciou ao lançamento do livro "Fragmentos de mim" de Lita Lisboa.
O Grupo Académico Serenatas de Portalegre brindou os presentes por dois momentos. O primeiro após a apresentação da editora e da autora e logo após a recitação de alguns dos poemas que constituem a obra com a participação de vários amigos da autora na leitura. O segundo momento da actuação ocorreu no final do evento antes de se dar início à sessão de autografos.

Actuação no lançamento do livro "Fragmentos de mim" de Lita Lisboa

No passado dia 13 de Novembro, o Grupo Académico Serenatas de Portalegre esteve presente na cidade de Lisboa, no Auditório do Campo Grande onde actuou e presenciou ao lançamento do livro "Fragmentos de mim" de Lita Lisboa.
Agradecemos desde já o convite à autora, a Sra. Lita Lisboa para o lançamento deste que foi o seu primeiro livro, desejando-lhe o maior sucesso.
O Grupo Académico Serenatas de Portalegre brindou os presentes por dois momentos. O primeiro após a apresentação da editora e da autora e logo após a recitação de alguns dos poemas que constituem a obra com a participação de vários amigos da autora na leitura. O segundo momento da actuação ocorreu no final do evento antes de se dar início à sessão de autografos.
Foi desta forma que decorreu um fim de tarde de sábado agradável, num ambiente de música e poesia, num auditório replecto de amigos e familiares da autora. Como fora referido no decorrer da apresentação estava ali um grande "insulto" que no fundo significa um grande ajuntamento.

Açorda Alentejana - Conhecer a gastronomia da nossa região

A açorda à alentejana é uma sopa típica do Alentejo que, ao contrário da maioria das sopas, não é cozinhada. A receita de açorda não é universal, já que muda de zona para zona e mesmo de família para família. A composição básica da açorda é alho, sal, azeite, água em ebulição e pão fatiado, no entanto a esta mistura acrescentam-se ervas aromáticas como o coentro ou o poejo e pode servir-se com peixe fresco (cozido ou frito), bacalhau ou ovo (escalfado ou cozido).
Vai á mesa do pobre e do rico e raro é o dia em que não constitui o almoço do trabalhador rural. Tem muitas variantes e é influenciada pelas mudanças de estação como é regra em cozinhas tradicionais, de terra para terra. Há ementas que são mais apropriadas para o verão, por serem mais frescas e outras para o inverno, mais quentes. No entanto esta pode ser confeccionada durante todo o ano. As variações de ementas têm também a ver com os ingredientes que às vezes rareiam durante o ano. Mesmo que se façam reservas não estão tão frescos e não são tão saborosos. Por exemplo as verduras e vegetais são muito mais apetitosas e com mais vitaminas do que fora da época, tal como as frutas. Como os cereais são importantes na alimentação, contendo fibras e vitaminas esta ementa é recomendada para uma refeição substancial, apetitosa e boa em hidratos de carbono e vitaminas.

Ingredientes:
- um bom molho de coentros ou uma mistura de duas ervas;
- 2 a 4 dentes de alho;
- 1 colher de sopa bem cheia de sal grosso;
- 4 colheres de sopa de azeite;
- 1.5 litro de água a ferver;
- 400 g de pão caseiro (duro); 4 ovos.

Confecção:
Depois de reunir todos os ingredientes pisam-se os coentros num almofariz reduzindo-os a papas com os dentes de alho, a que se retiram o grelo, e o sal grosso. Deita-se esta papa na terrina ou numa tigela, rega-se com o azeite, e escalda-se com água a ferver, onde previamente se escalfaram os ovos (de onde se retiraram). Mexe-se a açorda com uma fatia de pão grande, com que se prova a sopa, sendo esta designada de sopa de azeiteira ou sopa mestra.Introduz-se então no caldo o pão, que foi ou não cortado em fatias ou em cubos com uma faca, ou partido à mão, conforme o gosto. Depois tapa-se a açorda, pois uns gostam dela mole e outros apreciam as suas sopas duras. Os ovos são colocados no prato ou sobre as sopas na terrina, também conforme o gosto.

Lenda de S. Martinho

São Martinho de Tours era filho de um Tribuno e soldado do exército romano. Nasceu e cresceu na cidade de Sabaria, Panónia (atual Hungria), em 316, sob uma educação da religião dos seus antepassados, deuses mitológicos venerados no Império Romano, aos 10 anos de idade, entrou para o grupo dos catecúmenos (aqueles que estão se preparando para receber o batismo). Aos 15 anos de idade, e contra a própria vontade, teve de ingressar no exército romano e dirigir-se para a Gália (região na atual França). Aos 18 anos abandonou o exército pois o cristianismo não comportava mais suas funções militares. Foi batizado por Hilário, bispo da cidade de Poitiers. Morreu no dia 8 de novembro de 397. Sua festa é comemorada no dia 11, data em que foi sepultado na cidade de Tours.
Venerado como São Martinho de Tours ele tornou-se no primeiro Santo não mártir a receber culto oficial da Igreja e tornou-se um dos Santos mais populares da Europa medieval.

O famoso episódio do manto:
Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessaruma serra muito alta, os Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muitofrio, vento e mau tempo.
Martinho estava agasalhado normalment...e para aépoca: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmenteusavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupasjá velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar.
Então, pegouna espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio edeu metade ao pobre.Nesse momento… as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia queera Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sidobom.É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendoOutono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho!

Actuação dia 13 de Novembro no Auditório do Campo Grande em Lisboa

Dia 13 de Novembro se circular por Lisboa arrisca-se a ver Capotes Negros e ouvir uma serenata! O Grupo Académico Serenatas de Portalegre vai estar presente na cidade de Lisboa e circular pela baixa pombalina no próximo dia 13 de Novembro.
Está marcada para esse mesmo dia uma actuação do grupo no Auditório do Campo Grande nº56, pelas 17h30m.
Estão todos convidados desde já , apareçam e tragam um amigo.

Baú do Serenato - O GASP do passado e do presente - Baú do Serenato "Jizasse"

Esta é a segunda edição da nova rúbrica do serenatasemportalegre.blogspot.com. O "Baú do Serenato" não é nada mais do que o recolher de fotos, recortes de jornais, cartazes de actuações, vídeos do Grupo, etc...
O Grupo Académico Serenatas de Portalegre do passado e do presente!
Como tal, chegou ao serenatasemportalegre um conjunto de fotos enviadas pelo serenato Nuno Mateus - "Jizasse", que foram posteriormente reunidas neste segundo vídeo da rúbrica.
Desde já o nosso agradecimento pelo material enviado para o nosso mail que permitirá aumentar o nosso espólio fotográfico do Grupo.

Serenato "Jizasse":
Nome: Nuno Mateus
Escola: Escola Superior de Educação de Portalegre
Curso: Jornalismo e Comunicação

20.000 Visitas

O nosso blog atingiu o fantástico número de 20000 visitas desde o seu lançamento no mês de Maio de 2009. A todos os nossos amigos, apoiantes e visitantes o nosso muito obrigado! Aguardamos os vossos comentários, sugestões, opiniões, e até mesmo o envio de informações, fotos e vídeos do Grupo através do Blog, do Facebook do serenatasemportalegre ou através de email.
O blog serenatasemportalegre fundado no dia 4 de Maio de
2009, data da Nobre Serenata da Semana Académica de Portalegre 08/09 tem na sua existência a divulgação do nome do Grupo Académico Serenatas de Portalegre. Para além disso pretende divulgar e dar a conhecer o Intituto Politécnico de Portalegre, Portalegre - Cidade do Alto Alentejo e histórias e tradições académicas e regionais.

Jantar de Natal do Grupo Académico Serenatas de Portalegre 4 de Dezembro de 2010

Como já vai sendo tradição por parte do Grupo Académico Serenatas de Portalegre realizar-se-a este ano uma vez mais, o Jantar de Natal do Grupo que conta com a presença dos actuais elementos, assim como dos elementos que por este já passaram e lhe deram (e continuam a dar) um pouco do seu cunho pessoal. Esperamos, desta forma, receber o maior número de confirmações por parte dos antigos elementos do Grupo Académico Serenatas de Portalegre, para este jantar de convívio e amizade, entre todos, onde reinará o espírito académico e o bom ambiente vivido durante os 15 anos de existência do Grupo.

Baú do Serenato - O GASP do passado e do presente - Baú do Serenato "Etarra"

Este é o nome da nova rúbrica a iniciar pelo nosso blog. O "Baú do Serenato" não será nada mais do que o recolher de fotos, recortes de jornais, cartazes de actuações, vídeos do Grupo, etc...
O Grupo Académico Serenatas de Portalegre do passado e do presente!
Como tal, chegou ao serenatasemportalegre um conjunto de fotos enviadas pelo serenato João Miguel - "Etarra", que foram posteriormente reunidas neste primeiro vídeo da rúbrica.
Desde já o nosso agradecimento pelo material enviado para o nosso mail que permitirá aumentar o nosso espólio fotográfico do Grupo.

Serenato "Etarra": João Miguel
Escola: Escola Superior de Educação de Portalegre
Curso: Jornalismo e Comunicação

Tesourinhos dos Compadres

Depois da rubrica Vozes de Além Tejo o nosso blog iniciou também a publicação de uma outra rubrica, "Tesourinhos dos Compadres" onde são publicados "videos, fotos e histórias cómicas" de alentejanos, encontradas no fantástico mundo da internet!
Desta vez são lançados dois vídeos no blog (dos quais um pode ser visualizado aqui no Facebook), encontrados na YouTube, filmados numa típica tasca alentejana na bonita vila de Cuba.
Cuba é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e subregião do Baixo Alentejo, com cerca de 3 100 habitantes, tendo sido elevada à categoria de vila por Dona Maria I, Rainha de Portugal, por alvará de 18 de Dezembro de 1782. É sede de um município com 171,32 km² de área e 4728 habitantes (2006), subdividido em quatro freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Portel, a leste pela Vidigueira, a sul por Beja e a oeste por Ferreira do Alentejo e pelo Alvito.

Festa do Castanheiro - Feira da Castanha - Compreender e conhecer as tradições da nossa região

De 12 a 14 de Novembro decorrerá na Vila de Marvão a XXVII Festa do Castanheiro – Feira da Castanha. Organizado pelo Município de Marvão, o evento pretende homenagear uma espécie autóctone da Região, o Castanheiro, e o seu fruto, a Castanha, e o seu uso na gastronomia, doçaria e artesanato regional.
Neste grande evento, apelidado como o mais autêntico e genuíno do País, a Vila de Marvão torna-se uma grande mostra de produtos locais e regionais com mais de 80 postos de artesanato ao vivo, tenda dos produtores locais onde se poderão encontrar vários produtos hortícolas e frutícolas, áreas de venda de enchidos, queijos, licores, compotas, doces caseiros, área de restauração e quatro magustos colocados em sítios estratégicos da Vila com excelente castanha assada e vinho da Região. O certame conta ainda com centenas de artistas de animação nas ruas, espectáculos de palco e um novo programa nocturno: a Castanha Night Party, que decorrerá durante as noites de sexta e sábado.
Do programa consta ainda o já habitual Concurso de Doçaria com Castanha, que se realiza na Câmara Velha, Casa da Cultura, e a realização de um seminário sobre a Castanha de Marvão.
Paralelamente à XXVII Festa do Castanheiro – Feira da Castanha decorrerá a Quinzena Gastronómica da Castanha, entre 06 e 22 de Novembro em vários restaurantes do Concelho de Marvão, onde o visitante poderá saborear e degustar as melhores receitas feitas à base de castanha. Na edição deste ano realça-se ainda a parceria com o Ayuntamiento de Cabeza La Vaca (Badajoz), o qual organiza a sua V Feira da Castanha entre 29 e 31 de Outubro.

Estas e outras informações em:
www.blog.pormenores.pt
www.facebook.com/revistapormenores

Almaplana - Vozes D'além Tejo - Vozes e sons que transportam o Alentejo na voz

Almaplana é uma banda alentejana, de Évora; uma alma da planície. Com uma abordagem musical baseada numa composição de violino, contrabaixo, guitarra e voz, Almaplana traz consigo o perfume de um Alentejo inteiro; de um país; de um pequeno mundo. É esta a raiz do trabalho desenvolvido pelo grupo de Cláudio Trindade (voz e guitarra), Bruno Rodrigues (contrabaixo) e Ricardo Alberto (violino). Um grupo formado em 2003 e que no final de 2008 chega ao seu segundo registo - depois de “The Fifth Step” (2005).
“Almaplana” será sempre um registo clássico, mas será também um olhar diferente sobre o fado, o cante, o tradicional português e não só. É por aqui que o trio eborense explana toda a sua arte; e explana-a recorrendo tanto ao universo mais tradicional como ao universo mais roqueiro - o “Circo de Feras” é mesmo o dos Xutos & Pontapés. E recorrem tanto ao tradicional português, como aconteceu com o alentejano “Rouxinol Repenica o Cante”, como ao tradicional de outros meridianos, neste com a repisada “Misirlou” grega. São 10 temas; cinco originais e cinco versões.
No fim de “Almaplana”, fica uma abordagem musical sentida, que parece funcionar sempre muito melhor nos originais do que nas versões. Após repetidas audições, prefiro sempre temas como “Amar como Voar”, “Astrolábios”, “Canção de Isabel” - com voz de Rita Vargas - ou “Escrito no Vento”. Sempre.
Almaplana: “entre o tradicional e o contemporâneo numa belíssima fusão…de bom gosto“.

Actuação na Festa da Cerveja - 14 de Outubro no Mercado Municipal de Portalegre

Na próxima quinta-feira, dia 14 de Outubro o Grupo Académico Serenatas de Portalegre irá actuar no Mercado Municipal de Portalegre. Este será um espectáculo de beneficência para os Bombeiros Voluntários de Portalegre e o mesmo terá início por volta das 22 horas.  É esperada uma noite de boa música e muito boa disposição. Apareçam e tragam um amigo.

Jantar de Natal do Grupo Académico Serenatas de Portalegre 2010

De forma a que seja possível contar com o maior número de presenças de antigos elementos do GASP e para que possamos de certa forma transmiti-lo aos actuais elementos fica desde já sugestão de todos deixarem aqui o seu comentário com a data que achariam mais favorável à realização deste reencontro de amigos. Novembro? Dezembro? Sugestões? Participem, estejam presentes!!!
Como já vai sendo tradição por parte do Grupo Académico Serenatas de Portalegre realizar-se-a este ano uma vez mais, o Jantar de Natal do Grupo que conta com a presença dos actuais elementos, assim como dos elementos que por este já passaram e lhe deram (e continuam a dar) um pouco do seu cunho pessoal. Esperamos, desta forma, receber o maior número de confirmações por parte dos antigos elementos do Grupo Académico Serenatas de Portalegre, para este jantar de convívio e amizade, entre todos, onde reinará o espírito académico e o bom ambiente vivido durante os 15 anos de existência do Grupo.

Vídeo da actuação na Semana do Caloiro ESEP 2010/2011 - 27 de Setembro

Actuação do Grupo Académico Serenatas de Portalegre dia 27 de Setembro de 2010 na escadaria do pátio da Escola Superior de Educação de Portalegre do Instituto Politécnico de Portalegre na Semana de Recepção ao Caloiro 2010/2011.
O Grupo Académico Serenatas de Portalegre  deseja a todos(as) os caloiros(as) as boas vindas à Academia Portalegrense e que os próximos anos de estadia na cidade de Portalegre sejam anos felizes repletos de amizade, companheirismo, sucesso académico e muito espírito académico.
Que esta semana de Recepção ao Caloiro seja apenas a primeira de muitas semanas animadas e divertidas da vossa estadia na cidade de Portalegre.
Praxe Académica, ou simplesmente Praxe, consiste no conjunto de tradições, usos e costumes de uma comunidade académica portuguesa.
A praxe académica é um conjunto amplo de tradições, usos e costumes que se praticam e repetem ao longo dos anos no foro universitário, e cuja Alma Mater é Coimbra. Fortemente ligada ao conceito de praxe académica, está a tradição de integrar os caloiros na sua nova escola e nos próprios costumes, pelo que a praxe tem também um ritual iniciático fortemente hierarquizado. Esta ligação é forte de tal modo que por muitas vezes se confunde o conceito de praxe, que é o conjunto de todas as tradições e rituais com o de "gozo ao caloiro". Actualmente, as actividades de recepção ao Caloiro tem sofrido forte contestação e gerado enorme polémica, chegando a haver o instaurar de diversos processos-crime, em razão de práticas que, afinal de contas, nada têm a ver com os ritos iniciáticos da praxis académica.
Associado à praxe académica, está o mote Dura Praxis, Sed Praxis - a praxe é dura, mas é praxe! - baseada no mote latino Dura Lex, Sed Lex .

Serenata de Recepção ao Caloiro 2010/2011 - E.S.E. Portalegre

Realiza-se hoje pelas 23 horas uma Serenata de Recepção ao Caloiro 2010/20011 na escadaria da Escola Superior de Educação de Portalegre.
Esta irá ser a primeira actuação do Grupo Académico Serenatas de Portalegre no presente ano lectivo.
O Grupo Académico Serenatas de Portalegre deseja a todos os caloiros(as) as boas vindas à Academia Portalegrense e muito sucesso na sua vida académica.
Solicita-se a todos os presentes que pela tradição de serenata, não hajam aplausos durante a actuação, apenas no início e no final.

"Serenatas nunca se pedem, merecem-se...
Nunca se esquecem, ficam sempre guardadas na memória...
Nunca são feitas para um público, normalmente devem-se a sentimentos...
Uma estranha forma de viver a música, mas que cativa tudo e todos..."

Novo ano lectivo, novos caloiros - Gostavas de fazer parte deste grupo? Então junta-te a nós...

Prestes a iniciar-se o novo ano lectivo 2010/2011 regressará também o Grupo Académico Serenatas de Portalegre para dar boa música a toda a comunidade portalegrense e estudantil. A todos os estudantes do Instituto Politécnico de Portalegre (Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Escola Superior de Educação de Portalegre, Escola Superior Agrária de Elvas e Escola Superior de Saúde de Portalegre) interessados em pertencer ao Grupo Académico Serenatas de Portalegre basta que contactem um dos nossos elementos, contactar o 934457998 ou 926570414 ou ainda enviar um mail para serenatasemportalegre@hotmail.com

Gostas de música? Gostas de cantar? Sabes tocar algum instrumento ou gostavas de aprender?
Então junta-te a nós...

Férias de Verão, tempo de lazer, tempo de leitura - Revista Pormenores

Um projecto de antigos alunos do IPP - Instituto Politécnico de Portalegre com muita qualidade e imenso valor que vale a pena ser folheado e lido atentamente. Revista Pormenores, conhecer e compreender melhor o Alentejo.
A revista pormenores é a grande sugestão de leitura para as férias de verão.
Pormenores, aposta numa publicação com conteúdos jornalísticos rigorosos, uma imagem gráfica cuidada e uma qualidade fotográfica elevada.
Esta revista conta com especialistas das mais variadas áreas o que lhe permite ambicionar a oferta de uma publicação de referência.
Pormenores é uma revista bimestral com artigos de fundo, maioritariamente grande reportagem de interesse cultural, social, económico, ambiental entre outros.
A revista Pormenores leva a região aos que nela vivem, no entanto acredita que o Alentejo é merecedor de um interesse mais alargado, seja através dos muitos alentejanos espalhados pelo país, seja por uma ligação meramente sentimental que vem ganhando força.

António Zambujo - Vozes D'além Tejo - Vozes e sons que transportam o Alentejo na voz

A rubrica Vozes D'além Tejo - sons, acordes, melodias e grupos que transportam o Alentejo na voz e na música apresentar António Zambujo.
Cresceu a ouvir o cante alentejano. A harmonia das vozes, a cadência das frases e o tempo de cada andamento, foram para sempre uma influência. Nascido em Beja, em 1975, António Zambujo começou a estudar clarinete com 8 anos, estreando-se no Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Ainda pequeno, apaixonou-se pelo Fado e pelas vozes de Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro, João Ferreira Rosa, Max entre muitos outros. Estava habituado a cantar em família e entre amigos, e aos 16 anos chegou mesmo a ganhar um concurso de fado.
Com o curso de clarinete na bagagem, ruma a Lisboa, onde Mário Pacheco, intérprete e compositor de guitarra portuguesa lhe abre a porta do conhecido Clube do Fado, no bairro de Alfama, onde passou a tocar.

Contactos:
Rua Possidónio da Silva, 104- 3ºFrente
210 199 752
antonio@antoniozambujo.com
www.antoniozambujo.com


Olaria - Compreender e conhecer as tradições da nossa região

A olaria é a arte de trabalhar o barro – rocha metamórfica resultante da decomposição das rochas feldspáticas, por acção de fenómenos de desnudação e erosão, devidos aos agentes atmosféricos (água e vento), bem como devido à acção química do dióxido de carbono dissolvido na água. Quimicamente, o barro é um silicato duplo de alumínio, mais ou menos hidratado, contendo por vezes impurezas provenientes das rochas primitivas (mica, quartzo, carbonato de cálcio, silicato de ferro ou magnésio) que o colore.
O barro possui um certo número de propriedades características, a mais importante das quais é a plasticidade que lhe é comunicada pela água com a qual é misturado. Em segundo lugar, a coesão e o endurecimento provocado pela secagem. Finalmente, a perda de plasticidade obtida através da cozedura.
Estas propriedades terão sido acidentalmente descobertas pelo homem primitivo, o qual começou a manufacturar peças de olaria, visando a obtenção de recipientes para o transporte de água e a cozedura de alimentos.
O Alto Alentejo tem inúmeros centros oleiros dos quais os mais importantes são: Redondo, S. Pedro do Corval, Reguengos de Monsaraz, Estremoz, Flor da Rosa, Nisa e Portalegre.
Por aqui viveram durante largas centenas de anos, romanos, visigodos e árabes, que nos legaram valores de que ainda hoje nos servimos, como é o caso das peças de olaria, que reproduzem fielmente peças mais antigas, as quais são na sua maioria de origem romana (talha, infusa, cangirão, tina, copo, etc.), grega (cântara, bilha, panela, etc.), árabe (alguidar, alcatruz, fogareiro, etc.). Já o cantil é originário da Ásia Menor e o moringue da América.

Mais informação em:
http://www.hernanimatos.com

Tesourinhos dos Compadres

O projecto Os Campaniços, poder-se-ia comparar a uma série de acção realizada por Manoel de Oliveira, não fosse a falta da mesma, visto tratar-se de personagens tipicamente alentejanas. Amílcar Alhinho e Joséfo Dias, num ambiente originalmente campaniço, revivem, contando de uma forma tipicamente alentejana, as mais hilariantes histórias, recheadas de inúmeras peripécias, que passaram durante a sua juventude no Alentejo. A complementar todas as histórias, está sempre presente a inconfundível sonoridade do instrumento que mais caracteriza musicalmente o Alentejo; A Viola Campaniça. As modas resultantes da Viola Campaniça têm como função, tecer as mais variadas críticas sociais. Quem melhor para contar histórias dos alentejanos, senão os próprios alentejanos??? Amílcar Alhinho João Paulo Joséfo Dias José Emídio.

Contactos:
www.myspace.com/campanicos
campanicos@gmail.com

Boleima - Conhecer a doçaria tradicional da nossa região

A Boleima de Portalegre é uma referência na doçaria desta cidade Alentejana. Feita por mãos que teimam em preparar e moldar massa de pão, que um dia alguém adocicou com açúcar e canela. Uma herança bem antiga com um sabor único e irresistível. A boleima é um doce tradicional da Páscoa, sobretudo no alto Alentejo. As boleimas surgiram a partir do bolo da massa, que não é nada mais que o pão ázimo que os Judeus comem durante a Páscoa – em memória da fuga de Israel. Feito à base de água, farinha, azeite, sal e sem fermento… Conta a história que os Judeus partiram tão à pressa que não tiveram tempo de deixar o pão levedar! Aos ingredientes básicos do bolo da massa começaram-se a juntar outros como o açúcar, canela, doce de maçã, nozes… Existem muitas variantes, sendo a de maçã característica de Castelo de Vide.

A arte do ferro fundido - Conhecer a nossa região

Apesar de existirem registos de ferro artístico em todo o país, parece ser do consenso geral que é na região alentejana, em particular no Alto Alentejo, que a riqueza desta arte melhor se revela.
De facto, relativamente às peças encontradas nesta região, Luís Keil considera que:
“ (…) que se podem colocar no período mais antigo, que contudo não irá além dos meados do século XV, alguns exemplares, como a grade da sacristiada igreja do Convento de Avis, (…) Esse tipo, repete-se com variantes, nalgumas grades de Castelo de Vide, (...) KEIL, Luís – Inventário Artístico de Portalegre, Academia Nacional de Belas Artes, Lisboa, 1943, p. LIII
Na verdade, no foral dado à vila de Castelo de Vide por D. Manuel I, em 1512, faz-se referência ao ferro e formas de o trabalhar, o que evidenciava a importância que atribuía à arte de trabalhar do ferro.
No reinado de D. Sebastião, a 15 de Novembro de 1558, foi concedido ao bispo de Portalegre, D. Julião de Alva, uma carta de privilégios para exploração das ferrarias que se encontrassem em Castelo de Vide, Marvão, Nisa, Portalegre e Alegrete, derivado da necessidade de ferro que se sentia no reino.
Por outro lado, a maioria das obras desta região concentram-se nas décadas de seiscentos, o que levou o mesmo autor a considerar que “ (…) e sobretudo no século XVIII que mais se deve ter trabalhado na arte de forjar, tecer e recortar o ferro (…)
Das obras de ferro que se salientam na região podemos destacar o fogareiro do Museu de Elvas (séc. XV), as grades do altar-mor da Igreja de Nossa Senhora da Estrela e de Stª Maria de Marvão, as grades do coro do Convento de Stª Clara de Portalegre (séc. XVI), a grade da capela de S. Pedro, da Se de Portalegre, as grades das varandas do Palácio Amarelo, na mesma cidade (séc. XVII) e as grades das sacadas do edifício do “Trem”, em Elvas (1714).
A Casa Museu José Régio contém no seu espolio um grande número de utensílios domésticos como espetos, descansos ou apoios de espetos, descansos de ferros de brunir a roupa, candeias, batentes zoomórficos, etc.

Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel - Vozes D'além Tejo - Vozes e sons que transportam o Alentejo na voz

A rubrica Vozes D'além Tejo - sons, acordes, melodias e grupos que transportam o Alentejo na voz e na música está de volta.
Desta vez apresenta o Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel.
O Grupo foi fundado em Janeiro de 1926, é composto por cerca de 25 elementos e tem participado em concursos onde tem obtido várias classificações honrosas. Constituído por operários mineiros tem um longo historial de apresentações quer em Portugal quer no estrangeiro. Possui várias actuações na televisão.
A sua característica mais marcante é o seu traje que é composto pelo fato-macaco de cotim azul, capacete e lanterna. Possuem dois registos em disco e duas cassetes audio gravadas. O seu LP, de 1975, teve a direcção musical de Luís Cília e no mesmo o Grupo interpretou "Avante" de autoria de Luís Cília.
O Grupo Académico Serenatas de Portalegre tem como tradição nas suas actuações interpretar como música da saída o Hino dos mineiros.

Contactos:
Grupo Coral do Sindicato dos Mineiros
Instituição: Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira
Largo do Mineiro, nº 15 - 7600 ALJUSTREL
284 602 166 / 917 542 732





Traje da Ceifeira - Compreender e conhecer as tradições da nossa região

A roupa das ceifeiras é constituída por dois fatos: roupas do campo e roupas de portas.  
 Roupa do Campo – composta por botas altas, meias grossas pretas, saias dos calções (é uma saia de riscado muito franzida, apanhando- -se esta depois, aos joelhos com uns cordões que se chamam “orelos” e entre as pernas prega-se com alfinetes de dama), uma blusa velhas, um chapéu preto chamado “aguadeiro” no Inverno, no Verão chapéus de palha, um lenço com riscas pretas e brancas. É o fato de trabalho.














Roupa de Portas – composta por uma saia feita de um tecido chamado “gorgorina” franzido ou não, uma blusa do mesmo tecido, ou de fazenda no Inverno. A blusa de Verão tem um folho quadrado, o avental era bordado à máquina, ou com folho por baixo, o lenço azul-escuro de seda. É o fato que as ceifeiras vestiam depois do trabalho nos campos.


Utensílios:

Canudos - São feitos de cana de bambu (de foguete) e eram de muita utilidade, pois serviam para colocar nos dedos das mãos quando se utilizava a foice evitando-se assim os cortes nos dedos.
Cocho - É feito de cortiça e serve, como copo, para beber água. Normalmente era utilizado quando se andava nos trabalhos do campo.
Foice - É um objecto de aço de lâmina curva, denteada e com cabo de madeira e que serve para cortar (ceifar) erva para dar de comer ao gado e para trabalhar nas grandes cearas do Alentejo.